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Exposições Temporárias

Cidade Gráfica

de 18 Mar.



Programação MUDE Fora de Portas

O edifício do museu está temporariamente encerrado para obras de requalificação integral.
Enquanto decorrem os trabalhos continuamos a desenvolver uma programação cultural e expositiva na cidade e no país, a que chamamos MUDE FORA DE PORTAS.

O edifício do museu está temporariamente encerrado para obras de requalificação integral.
Enquanto decorrem os trabalhos continuamos a desenvolver uma programação cultural e expositiva na cidade e no país, a que chamamos MUDE FORA DE PORTAS.


Conheça o projeto de requalificação do edifício do MUDE

 
 


Mural de azulejos de André Saraiva junto ao jardim Botto Machado

O artista de origem portuguesa, conhecido no meio artístico e da street art como André, Mr. A ou Monsieur André, é o autor de um vasto número de obras que têm vindo a ser reconhecidas e expostas em vários museus e galerias de arte contemporânea do mundo, entre as quais se inclui uma exposição realizada no MUDE, em 2014.
O Jardim Botto Machado em Lisboa, localizado junto à Feira da Ladra, no Campo de Santa Clara, foi o local escolhido para receber o mural de azulejos pintados à mão pelo artista luso-francês. Com uma área total de 1011.1 m2 e 188 metros de comprimento, o extenso mural foi coberto com elementos coloridos, contrastantes e descomprometidos, que definem o seu estilo gráfico irreverente. O painel foi fabricado pela Fábrica de Cerâmica Viúva Lamego, seguindo técnicas e métodos de produção artesanais, e pintado à mão pelo artista também naquele espaço, resultando numa peça única composta por 52738 azulejos.
O desenho de André Saraiva no mural propõe uma “reinterpretação” da cidade de Lisboa, representada através das cores e do desenho que caracterizam o trabalho do artista. Passado e presente misturam-se, tal como algumas referências a outras capitais mundiais onde o artista vive e trabalha. O céu e o Tejo são o pano de fundo, representados pelos tons branco e azul, distintivos da cidade de Lisboa. Reconhecem-se, entre outros marcos da cidade, o Castelo de S. Jorge, o Padrão dos Descobrimentos, a Ponte 25 de Abril, o Elevador de Sta. Justa ou a Praça de Touros do Campo Pequeno, juntamente com Mr. A, personagem que André Saraiva criou nos anos noventa e que rapidamente se espalhou pelas ruas de várias cidades europeias.  André foi o primeiro a pintar uma personagem com esta tipologia em vez do tradicional tag que era a principal marca dos artistas de arte urbana nos anos 90.

O artista de origem portuguesa, conhecido no meio artístico e da street art como André,
Mr. A ou Monsieur André, é o autor de um vasto número de obras que têm vindo a ser
reconhecidas e expostas em vários museus e galerias de arte contemporânea do mundo,
entre as quais se inclui uma exposição realizada no MUDE, em 2014.
O Jardim Botto Machado em Lisboa, localizado junto à Feira da Ladra, no Campo de Santa
Clara, foi o local escolhido para receber o mural de azulejos pintados à mão pelo artista
luso-francês. Com uma área total de 1011.1 m2 e 188 metros de comprimento, o extenso mural
foi coberto com elementos coloridos, contrastantes e descomprometidos, que definem o
seu estilo gráfico irreverente. O painel foi fabricado pela Fábrica de Cerâmica Viúva Lamego,
seguindo técnicas e métodos de produção artesanais, e pintado à mão pelo artista também
naquele espaço, resultando numa peça única composta por 52738 azulejos.
O desenho de André Saraiva no mural propõe uma “reinterpretação” da cidade de Lisboa,
representada através das cores e do desenho que caracterizam o trabalho do artista. Passado
e presente misturam-se, tal como algumas referências a outras capitais mundiais onde o
artista vive e trabalha. O céu e o Tejo são o pano de fundo, representados pelos tons branco
e azul, distintivos da cidade de Lisboa. Reconhecem-se, entre outros marcos da cidade, o
Castelo de S. Jorge, o Padrão dos Descobrimentos, a Ponte 25 de Abril, o Elevador de Sta. Justa
ou a Praça de Touros do Campo Pequeno, juntamente com Mr. A, personagem que André
Saraiva criou nos anos noventa e que rapidamente se espalhou pelas ruas de várias cidades
europeias.  André foi o primeiro a pintar uma personagem com esta tipologia em vez do
tradicional tag que era a principal marca dos artistas de arte urbana nos anos 90.