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23 Set. 2017 > 31 Dez. 2017

Curadoria: Frederico Duarte
Design expositivo: The Home Project [Kathi Sterzig e Álbio Nascimento]
Design de comunicação: Joana & Mariana [Joana Baptista Costa e Mariana Leão]

Local: Palácio dos Condes da Calheta, Jardim-Museu Agrícola Tropical (Belém)
Rua General João de Almeida, 1300-266 Lisboa

3ªfeira a Domingo 
10h-18h
última entrada 17h45
encerra 2ªfeiras, 25 dezembro e 1 janeiro
24 dezembro e 31 de dezembro, encerra às 14h

Parceria Universidade de Lisboa – Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC)

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Visitas guiadas com curador


Portugueses e brasileiros partilham a mesma língua mas também a mesma palavra estrangeira: design. o sotaque pode mudar mas esta palavra, pronunciada dos dois lados do Atlântico sem ser traduzida, tem hoje muitas declinações e múltiplas interpretações. De que é que falamos então quando falamos de design? em 2015 o MUDE apresentou na exposição “como se pronuncia design em português?” mais de 200 interpretações deste termo, enunciadas por designers portugueses ao longo de mais um século.
Dois anos depois revela 100 perspetivas de design enunciadas no Brasil do século XXI. Cinquenta destas perspetivas são livros escritos sobre design no Brasil e designers brasileiros, os quais podem ser lidos e comprados na livraria que ocupa o centro da exposição. Ao facilitar o acesso a uma amostra significativa da produção eleitoral sobre design no Brasil, esta livraria presta um serviço único e pioneiro à comunidade portuguesa de designers e interessados em design.
Na exposição são ainda apresentados cinquenta projetos que exploram a pluralidade desta disciplina, mostrando como o design tem sido empregue no Brasil contemporâneo para promover, mas também para questionar ideias de progresso, consumo, identidade, património, cidadania ou protesto.
Juntas, estas 100 perspetivas – que incluem uma universidade de saberes indígenas, embalagens de gel de banho, uma materioteca, um mapa de transportes públicos, uma família de candeeiros, um tipo de letra gratuito e uma moeda social, mas também dois jogos sobre a violência e corrupção no Rio de Janeiro, uma pulseira eletrónica e uma visão distópica do Brasil no futuro – evidenciam a especificidade e complexidade do ato de projetar para o povo, sociedade, mercado ou território brasileiros, bem como o carácter cosmopolita e o alcance universal do design praticado na língua portuguesa.

Jornal da exposiçãoJornalExposicãoBRASILHOJE_AF (1).pdf

Consulte aqui a programação da Capital Ibero Americana da Cultura