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O mais profundo é a pele

30 Mar. 2017 > 25 Jun. 2017

Parceria com Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses (INMLCF) e Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa (CFCUL)

Palácio Pombal, Rua do Norte N 85

A exposição nasce da coleção de pele humana tatuada, datada de 1910-40, tutelada pelo Instituto de Medicina Legal e Ciências Forenses (IMLCF). Do ponto de vista expositivo pretende efetuar-se uma abordagem s artística e sociológica.
Ao contrário de coleções congéneres, de outros países, o espólio do IML está consolidada por uma abundante documentação (desenhos e retrato sociocultural de cada individuo), a incluir na exposição.
Esta exposição recupera os ambientes vividos nos bairros típicos de Lisboa no limiar do século XX onde se entrecruzam a marginalidade, a prostituição e o fado; contribuindo, assim, para aprofundar o conhecimento sobre a cidade.
Ao mesmo tempo, indaga sobre as eventuais características de desenho da tatuagem portuguesa.

Curadoria
Carlos Branco (INMLCF)
Catarina Pombo Nabais (CFCUL)

O mais profundo é a pele

Novo Mundo. Visões através da Bienal Iberoamericana de Diseño. 2008-2016

22 Abr. 2017 > 02 Jul. 2017

Local: Palácio dos Condes da Calheta, Jardim-Museu Agrícola Tropical (Belém)

A exposição Novo Mundo procura refletir sobre a real capacidade do design ser um agente transformador da sociedade e do homem. Os projetos e serviços selecionados, de quase 200 designers oriundos de 20 países, têm vindo a estimular a real partilha de informação e conhecimento, o intercâmbio intergeracional, a coesão social, a inclusão e o multiculturalismo, contribuindo para o desenvolvimento humano e para a sustentabilidade social.

Imagem de Pedro Miguel Cruz "Visualizing Empires Decline"

Coordenação Geral: Bárbara Coutinho, Diretora do MUDE e Manuel Estrada, Presidente ejecutivo BID
Curadoria: Bárbara Coutinho
Comité cientifico: Félix Beltrán (CU), Henrique Cayatte (PT)/ Bárbara Coutinho (PT)/ Manuel Estrada (ES)/ Carlos Hinrichsen (CL)/ Ruth Klotzel (BR)/ Francisco Providência (PT)/ Ignacio Urbina (VU) 
Coordenação executiva: Vera Brito (PT) / Gloria Escribano (ES)
Design expositivo: Ateliermob (PT)
Design de comunicação: Lsdspace Gabriel Martínez (ES)
Organização: MUDE - Museu do Design e da Moda, Coleção Francisco Capelo, em parceria com DIMAD - Fundación Diseño Madrid y Asociación Diseñadores de Madrid
Parceiro para toda a programação do MUDE no âmbito de Lisboa, capital ibero-americana da cultura 2017: Universidade de Lisboa / MUHNAC e IICT

Consulte a programação da Capital Ibero Americana da Cultura

Novo Mundo. Visões através da Bienal Iberoamericana de Diseño. 2008-2016

Como se Pronuncia Design em Português: Brasil hoje

15 Jul. 2017 > 08 Out. 2018

Local: Palácio dos Condes da Calheta, Jardim-Museu Agrícola Tropical (Belém) - Parceria Universidade de Lisboa – Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC)
Curadoria: Frederico Duarte
Design expositivo: The Home Project [Kathi Sterzig e Álbio Nascimento]
Design de comunicação: Joana & Mariana [Joana Baptista Costa e Mariana Leão]

Portugueses e brasileiros partilham a mesma língua mas também a mesma palavra estrangeira: design. o sotaque pode mudar mas esta palavra, pronunciada dos dois lados do Atlântico sem ser traduzida, tem hoje muitas declinações e múltiplas interpretações. De que é que falamos então quando falamos de design? A exposição revela 100 perspetivas de design enunciadas no Brasil do século XXI que evidenciam a especificidade e complexidade do ato de projetar para o povo, sociedade, mercado ou território brasileiros, bem como o carácter cosmopolita e o alcance universal do design praticado na língua portuguesa.

Consulte aqui a programação da Capital Ibero Americana da Cultura

Como se Pronuncia Design em Português: Brasil hoje

Tanto Mar. Fluxos transatlânticos pelo design

21 Out. 2017 > 04 Fev. 2018

Local: Palácio dos Condes da Calheta, Jardim-Museu Agrícola Tropical (Belém) - Parceria Universidade de Lisboa – Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC)
Curadoria: Bárbara Coutinho e Adélia Borges


A exposição propõe-se traçar um mapa de fluxos entre Portugal e Brasil, focando a atenção no design e na cultura material de cada país, de modo a problematizar a natureza dessas trocas e tentar entender como espelham a identidade e a história de cada um. A partilha de olhares e ideias entre as duas curadoras teceu uma malha de trabalhos transversais e autores que vivem cruzando ou unindo o Atlântico Sul. A exposição foca-se nos territórios de Portugal e Brasil, mas olha para a cultura material de alguns países africanos, uma vez que estes fluxos e trocas não foram bidirecionais, envolvendo muitas vezes África.

Consulte a programação da Capital Ibero Americana de Cultura

Tanto Mar. Fluxos transatlânticos pelo design